Sabado de manha estava aos bocejos.
Empurrava o carrinho mais sem graça dos últimos 20 anos. Chuchu, sabão em pó, óleo de canola, sabonete, batatas... Milho? Não... acho que não. Queijo? Ai, o meu amor tá caro demais. Alho poró? Sim, alho poró pra temperar o arroz. Que arroz? Ih! Esquecí a porra do arroz! Mais uns 4 ou cinco ítens da lista e me dava por inteiramente vencida pelo tédio doméstico-comercial quando de repente... TCHAN-NAM-NAM... Uma embalagem limpinha e bem cuidade de Laranjinhas Kinkan fez meu gelado coração voltar a pulsar! Ó, kinkan, kinkan!Minhas bem amadas! Minhas favoritas! Tão pequenas, docinhas, suculentas e tão permitidas pelo Dr. Viveiros...
Corri em direção a elas, sentindo a brisa nos cabelos. Sem conseguir alcançar a prateleira mais alta da gôndola, fui ajudada por um funcionário educadíssimo e meus olhos embaçados pelas lágrimas de emoção.
Gente.
Corri em direção a elas, sentindo a brisa nos cabelos. Sem conseguir alcançar a prateleira mais alta da gôndola, fui ajudada por um funcionário educadíssimo e meus olhos embaçados pelas lágrimas de emoção.
Gente.
Laranjinhas Kinkan salvam meu dia. E são melhores que...que... bem...melhor parar por aqui. São boas. Muito boas. E me fazem feliz.

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